Frida Y Diego


Maria Adelaide Amaral traz para a cena os dois fascinantes artistas mexicanos e sua complexa relação.

Com direção de Eduardo Figueiredo Frida Y Diego com a atriz Leona Cavalli interpretando Frida Kahlo e José Rubens Chachá como Diego Rivera.

A peça fala do casamento e relação entre Frida Kahlo e Diego Rivera. Uma história de paixão e cumplicidade. Com todos os dramas, humores, rupturas e reconciliações, era uma relação de liberdade e amor incondicional.

O espetáculo se passa entre o período de 1929 à 1953, no México, França e Estados Unidos, onde viveram e trabalharam: a conturbada relação do casal, as mútuas infidelidades, personalidades fortes, as suas convicções artísticas e políticas.


Horários

Quinta-feira: 20:00 / R$ 60,00 - R$30,00 (meia) Sexta-feira: 20:00 / R$ 60,00 - R$30,00 (meia) Sábados: 20:00 / R$ 80,00 - R$40,00 (meia) Domingos: 19:00 / R$ 80,00 - R$40,00 (meia) 18:00 / R$ 90,00 - R$45,00 (meia)

Elenco

Leona Cavalli
José Rubens Chácha

Produção e Direção

Direção: Eduardo Figueiredo
Direção de produção: Maurício Machado
Realização e produção: manhas & manias eventos




O Teatro


Desde sua inauguração, ao inicio dos anos 50, o Teatro Maison de France foi palco dos principais acontecimentos teatrais cariocas e marcou para sempre a vida cultural da cidade. Foi ali que Fernanda Montenegro e Fernando Torrres encenaram por dois anos seguidos o maior sucesso da carreira deles, a peça “E” nos anos 60 e que o público carioca entrou em contato com as experiências da vanguarda do Teatro Oficina de José Celso Martinez Corrrêa.
O Teatro Maison de France também ficou nas memórias por ter sediado o famoso Prêmio Molière de Teatro que, durante 27 anos, prestigiou o que a classe artística brasileira tem de melhor, apoiado pela Air France.

Em junho de 1985, infelizmente, o teatro fechou suas portas, depois da temporada da peça “A Amante Inglesa” com Paulo Autran e Tônia Carreiro. Esse fechamento foi motivado por razões de segurança, particularmente pelas normas anti-incêndio que estavam obsoletas.


O processo de reabertura
Desde essa época, foram feitas várias tentativas para reabrir o teatro, sem sucesso. Em 1995, o então adido cultural do Consulado da França no Rio de Janeiro, Romaric Sulger Büel incentivou a renovação e a reabertura do Teatro Maison de France. Essa missão foi atribuída ao Instituto Molière, sociedade civil, sem fins lucrativos cujo objetivo fundamental foi a remodelação do Teatro, e posteriormente, sua administração.


Em 1996, o Presidente do Instituto Molière o Sr. Michel Oyharçabal conseguiu, depois de uma complexa negociação, a verba para a reforma do Teatro. Com o apoio indefectível do Sr. Michel Rama, o então responsável do Governo Francês para os imóveis, foi iniciado o projeto arquitetônico, confiado ao Engenheiro Sérgio Moreira Dias, cuja empresa projetou realizações famosas como o Metropolitan, hoje Claro Hall. Os melhores especialistas acústicos e de iluminação foram contratados para otimizar a qualidade do teatro, o sistema de ar condicionado foi instalado para oferecer conforto e silêncio e foram construídos cinco camarins amplos com instalações sanitárias.
Devido as novas normas de segurança, a capacidade do teatro foi reduzida de 500 para 353 lugares e o palco ampliado. A desvalorização do Real em 1999 obrigou o Instituto Molière a buscar patrocinadores para completar a verba disponível. Foi através da lei de Incentivo Fiscal a Cultura do Governo do Estado do Rio de Janeiro, que a Light participou na altura de 20% do projeto de renovação.

A decoração assinada pela decoradora Ana Lúcia Juça combina elementos tais como a pedra São Tomé, madeira e vidro conjugando a sofisticação com modernidade e elegância. No dia 4 de dezembro de 2000, o Embaixador Alain Rouquié e o Sr. Michel Oyharçabal anunciaram o início das obras que demoraram um ano.


A inauguração e o funcionamento do teatro

Inaugurado no dia 1 de fevereiro de 2002 pelo Ministro Francês da Francofonia e da Cooperação, o Teatro Maison de France passou a oferecer uma programação variada, com espetáculos de teatro, dança, música, concertos, sessões de cinema, seminários etc...

O teatro também está disponível para empresas que desejam alugar o espaço para reuniões corporativas e seminários profissionais. Por este fim, ele foi dotado de equipamentos de som e luz de última geração. A primeira peça da retomada do Teatro Maison de France foi “Variações Enigmáticas”, do francês Eric Emmanuel Shmidt, encenado pelo último ator a pisar naquele palco no ano de 1985, Paulo Autran, Cecil Thiré com direção de José Possi Neto.

Depois dessa brilhante reinauguração, o Teatro Maison de France pode se orgulhar de ter acolido espétaculos de prestigios com todos os grandes nomes da dança (Ana Botafogo), da canção (Bibi Ferreira), da opéra ( Barbara Hendricks) e claro do teatro ( Irene Ravache, Marcos Caruso, Natalia Timberg, Pedro Paulo Rangel, Camilla Pitanga ....).
O Teatro Maison de France voltou a ser a referencia carioca quando se trata de qualidade artística, conforto e sofisticação.



Galeria


O Teatro Maison de France é referência carioca quando se trata de qualidade artística, conforto e sofisticação.

Alugue o Teatro


O Teatro Maison de France é o lugar ideal para a realização de seus eventos - coquetéis, workshops, congressos, conferências e lançamentos de peças, filmes e livros etc..

Colação de Grau da FGV





Seminário FIFA-FGV


Números do Teatro Maison de France

Alguns fatos interessantes sobre o Teatro

Atores

2453

Espetáculos Apresentados

146

Eventos Realizados

217

Clientes


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Contatos


Contatos e Localização

Avenida Presidente Antônio Carlos, 58.

(21) 2544-2533

tmf@teatromaisondefrance.com.br

Informações

Ter. - Sex. a partir das 13h30

Sab. - Dom. a partir das 13h30

Seg. 13h30(Informações) e Cinemaison

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