JOSEPHINE BAKER - A VÊNUS NEGRA


RELEASE

O mito de Cinderela. Era como Josephine Baker via sua vida: uma menina negra, pobre, nascida em St. Louis, França, num período de intensa discriminação e segregação racial, que se tornou uma das artistas mais célebres de sua época. Com sua dança selvagem e as caretas que fazia em cena, e posteriormente com seu surpreendente refinamento, tornou-se uma aclamada cantora francesa, mas sem nunca abandonar seu entusiasmo e sua voracidade em cena, valendo-se sempre do humor e do deboche para conquistar e alegrar seu público.

É essa mulher e artista à frente de seu tempo que o musical “Josephine Baker, a Vênus Negra”, com texto de Walter Daguerre e direção de Otavio Muller, pretende apresentar ao público. No papel de Josephine Baker, Aline Deluna que, além de cantar e dançar, se parece fisicamente com Baker. Acompanhando a atriz, o trio de jazz formado pelos músicos/atores Dany Roland (bateria e percussão), Christiano Sauer (contrabaixo e violão) e Jonathan Ferr (teclado e acordeom).

Através da dramaturgia, da música ao vivo, dança e humor, “Josephine Baker - a Vênus Negra” aborda questões sociais e culturais em discussão ainda nos dias de hoje, como a discriminação racial, a censura dentro da arte, o valor do saber acadêmico versus o conhecimento prático e a indagação de qual é o papel da arte e do artista frente à sociedade.

Percorrer a vida de Josephine Baker éfazer uma viagem no tempo, quando o jazz, até́ então “música de negros”, passa a ser reconhecido como arte e absorvido com entusiasmo pelos brancos; é acompanhar, pelo olhar de quem viveu, a busca por seu lugar em uma sociedade organizada e dominada por brancos.

A dança selvagem de Josephine Baker forçou os limites da arte, do improviso, do sensual, do deboche, expressando algo que não se encaixava no saber acadêmico, mas que se criava no seu próprio fazer. Fora do palco ela também lutou, ora valendo-se de seus privilégios de artista para colher informações para o governo de De Gaulle durante a Segunda Guerra Mundial, ora adotando 12 crianças de etnias diferentes, criadas juntas, levando em conta suas diferentes crenças e valores. Josephine as chamava de “tribo arco-íris”, pois reuniam diversas nacionalidades e cores - coreana; japonesa; colombiana; finlandesa; canadense; judaico-francesa; argelina; costa-marfinense; venezuelana; francesa (dois), e marroquina.


SINOPSE
A história da dançarina, cantora, atriz e humorista Josephine Baker (1906-1975), norte-americana naturalizada francesa que conquistou o mundo com sua arte e talento, apesar das críticas ao seu estilo de vida rebelde e liberal.

No palco, a dança selvagem, a sensualidade e o deboche. Fora dele, a luta pela igualdade racial, a defesa da miscigenação e da convivência harmônica entre os povos.

Horários

Quinta a Sábado: 20h - R$ 60,00 e R$ 30,00(meia)
Domingo: 19h - R$ 60,00 e R$ 30,00 (meia)
Descontos de 30% - Assinante Globo e CAARJ
Desconto de 50% - estudante, idoso e profº do municipio do RJ

Elenco

Aline Deluna / Atriz
Dany Roland – Músico (bateria e percussão) / Ator
Christiano Sauer - Músico (contrabaixo e violão) / Ator
Jonathan Ferr – Músico (teclado e acordeon) / Ator

Ficha Técnica

Texto: Walter Daguerre
Direção: Otavio Muller
Direção Musical: Dany Roland
Direção de Movimento: Marina Salomon

MONA CANTA DALVA


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No centenário do seu nascimento, a cantora e atriz Mona Vilardo homenageia essa Rainha do Rádio com belas canções dessa que foi, sem dúvida alguma, uma das maiores vozes do Brasil.

Dalva de Oliveira conhecida como “O Rouxinol Brasileiro”, realizou mais de 400 gravações e sua voz está em vários coros dos discos de Carmem Miranda, Orlando Silva e Francisco Alves.

Muito homenageada no teatro e na televisão, Dalva de Oliveira teve uma vida pessoal tumultuada e com episódios tristes.

Momentos esses que muitas vezes parecem ser cantados através de suas interpretações:

Folha morta, Ave Maria do Morro, Lencinho Branco, As Pastorinhas...como não se lembrar, se emocionar e cantar junto essas canções interpretadas por Dalva?

Horários

Quarta e Quinta: 19h - R$ 60,00 e R$ 30,00(meia)
Desconto de 50% - estudante, idoso e profº do municipio do RJ

Um Pai (Puzzle)


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A atriz ANA BEATRIZ NOGUEIRA leu o livro “Um pai” (“Un père – puzzle”, no original), escrito por Sibylle Lacan, filha do famoso psicanalista francês Jacques Lacan.

Como se fosse um puzzle, o texto fragmentado expõe as memórias de uma relação entre pai e filha. São lembranças, alegres e tristes, de diferentes momentos da vida da escritora.

Encantada com a obra, a atriz decidiu levar o depoimento comovente de Sibylle Lacan para o teatro, interpretando a própria autora. om direção Vera Holtz e Guilherme Leme, o monólogo “Um Pai (Puzzle)” estreia no dia 07 de setembro no Teatro Maison de France, (Avenida Presidente Antonio Carlos, 58 , no centro do Rio) para uma curta temporada até 16 de outubro . A adaptação é do cineasta Evaldo Mocarzel.

Sextas: 20h - R$ 70,00 e R$ 35,00(meia) Sabados: 20h e Domingos: 19h R$ 80,00 e R$ 40,00(meia)
Desconto de 50% - estudante, idoso e profº do municipio do RJ

O Teatro


O Teatro Maison de France é referência carioca quando se trata de qualidade artística, conforto e sofisticação.

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