O ESCÂNDALO PHILIPPE DUSSAERT


RELEASE

Depois de atuar em mais de 35 peças e escrever outras 10 em mais de 40 anos de carreira, o ator, autor e diretor Marcos Caruso estreia seu primeiro trabalho solo.
O texto do ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot, que virá para a estreia, é inédito no Brasil e tem direção de Fernando Philbert e tradução de Marilu de Seixas Corrêa.

Inédito no Brasil, "O Escândalo Philippe Dussaert", premiado texto do ator e dramaturgo francês Jacques Mougenot, foi o escolhido por Marcos Caruso para ser seu primeiro trabalho solo, depois de mais de 40 anos de uma sólida e premiada carreira no teatro, na TV e no cinema. "O Escândalo Philippe Dussaert" é um texto que investiga com fino humor os limites da arte contemporânea e as polêmicas em torno do assunto, através da história de um escândalo do pintor francês Philippe Dussaert. Vencedor do Prêmio Philippe Avron por esta peça, Jacques Mougenot está há quase uma década em cartaz, ultrapassando a marca das 600 apresentações na França. O autor também ganhou o Prêmio Molière 2016 de Melhor Espetáculo Musical por sua adaptação da peça de Georges Feydeau "Les Fiancés de Loches", que transformou num musical com a colaboração do compositor e diretor Hervé Devolder. Mougenot virá em breve ao Brasil – convidado pelo Consulado Geral da França, o autor já confirmou sua presença na sessão para convidados do dia 31 de agosto no Teatro Maison de France. Nesta peça, o dramaturgo francês usa a figura de um pintor contemporâneo e sua polêmica carreira para fazer junto ao público uma reflexão sobre o que é e o que não é arte – o tema é terreno fértil para infindáveis controvérsias e polêmicas. "Cada vez mais me interesso pelo teatro contemporâneo. Como autor, diretor ou ator, quero cada vez mais me debruçar sobre temas contemporâneos. 'O Escândalo Philippe Dussaert' permite uma investigação onde ator e plateia, de maneira divertida e surpreendente, desvendam um dos maiores escândalos da história da arte contemporânea.", afirma Marcos Caruso.


SINOPSE
A peça conta a história do pintor Philippe Dussaert, nascido no norte da França em 1947, que perseguiu obstinadamente em sua trajetória o sentido mais profundo do minimalismo. Sua proposta inicial é inusitada: reconhecido pelo seu talento de exímio copista, reproduz quadros famosos de pintores como Da Vinci, Manet, Cézanne, Vermeer, porém exclui da imagem quaisquer personagens humanos ou animais, e preserva fielmente o cenário ao seu fundo. Causando surpresa e inquietude no mundo das artes, ele segue radicalizando sua proposta e, pouco a pouco, vai ganhando o mercado de arte contemporânea - suas obras se tornam cada vez mais valiosas e disputadas por grandes museus e colecionadores. A trajetória de Dussaert chega ao ápice quando ele expõe e vende, ao custo de 8 milhões de francos, sua obra maior. O episódio deflagra uma reviravolta, que ficou conhecida como 'O Escândalo Philippe Dussaert'

Horários

Quinta e Sexta-feira: 20h - R$ 60,00 e R$ 30,00(meia)
Sábados 21h - R$ 70,00 e R$ 35,00 (meia)
Domingos: 18h - R$ 70,00 e R$ 35,00 (meia)

Elenco

Marcos Caruso

Ficha Técnica

Direção: Fernando Philbert




O Teatro


Desde sua inauguração, ao inicio dos anos 50, o Teatro Maison de France foi palco dos principais acontecimentos teatrais cariocas e marcou para sempre a vida cultural da cidade. Foi ali que Fernanda Montenegro e Fernando Torrres encenaram por dois anos seguidos o maior sucesso da carreira deles, a peça “E” nos anos 60 e que o público carioca entrou em contato com as experiências da vanguarda do Teatro Oficina de José Celso Martinez Corrrêa.
O Teatro Maison de France também ficou nas memórias por ter sediado o famoso Prêmio Molière de Teatro que, durante 27 anos, prestigiou o que a classe artística brasileira tem de melhor, apoiado pela Air France.

Em junho de 1985, infelizmente, o teatro fechou suas portas, depois da temporada da peça “A Amante Inglesa” com Paulo Autran e Tônia Carreiro. Esse fechamento foi motivado por razões de segurança, particularmente pelas normas anti-incêndio que estavam obsoletas.


O processo de reabertura
Desde essa época, foram feitas várias tentativas para reabrir o teatro, sem sucesso. Em 1995, o então adido cultural do Consulado da França no Rio de Janeiro, Romaric Sulger Büel incentivou a renovação e a reabertura do Teatro Maison de France. Essa missão foi atribuída ao Instituto Molière, sociedade civil, sem fins lucrativos cujo objetivo fundamental foi a remodelação do Teatro, e posteriormente, sua administração.


Em 1996, o Presidente do Instituto Molière o Sr. Michel Oyharçabal conseguiu, depois de uma complexa negociação, a verba para a reforma do Teatro. Com o apoio indefectível do Sr. Michel Rama, o então responsável do Governo Francês para os imóveis, foi iniciado o projeto arquitetônico, confiado ao Engenheiro Sérgio Moreira Dias, cuja empresa projetou realizações famosas como o Metropolitan, hoje Claro Hall. Os melhores especialistas acústicos e de iluminação foram contratados para otimizar a qualidade do teatro, o sistema de ar condicionado foi instalado para oferecer conforto e silêncio e foram construídos cinco camarins amplos com instalações sanitárias.
Devido as novas normas de segurança, a capacidade do teatro foi reduzida de 500 para 353 lugares e o palco ampliado. A desvalorização do Real em 1999 obrigou o Instituto Molière a buscar patrocinadores para completar a verba disponível. Foi através da lei de Incentivo Fiscal a Cultura do Governo do Estado do Rio de Janeiro, que a Light participou na altura de 20% do projeto de renovação.

A decoração assinada pela decoradora Ana Lúcia Juça combina elementos tais como a pedra São Tomé, madeira e vidro conjugando a sofisticação com modernidade e elegância. No dia 4 de dezembro de 2000, o Embaixador Alain Rouquié e o Sr. Michel Oyharçabal anunciaram o início das obras que demoraram um ano.


A inauguração e o funcionamento do teatro

Inaugurado no dia 1 de fevereiro de 2002 pelo Ministro Francês da Francofonia e da Cooperação, o Teatro Maison de France passou a oferecer uma programação variada, com espetáculos de teatro, dança, música, concertos, sessões de cinema, seminários etc...

O teatro também está disponível para empresas que desejam alugar o espaço para reuniões corporativas e seminários profissionais. Por este fim, ele foi dotado de equipamentos de som e luz de última geração. A primeira peça da retomada do Teatro Maison de France foi “Variações Enigmáticas”, do francês Eric Emmanuel Shmidt, encenado pelo último ator a pisar naquele palco no ano de 1985, Paulo Autran, Cecil Thiré com direção de José Possi Neto.

Depois dessa brilhante reinauguração, o Teatro Maison de France pode se orgulhar de ter acolido espétaculos de prestigios com todos os grandes nomes da dança (Ana Botafogo), da canção (Bibi Ferreira), da opéra ( Barbara Hendricks) e claro do teatro ( Irene Ravache, Marcos Caruso, Natalia Timberg, Pedro Paulo Rangel, Camilla Pitanga ....).
O Teatro Maison de France voltou a ser a referencia carioca quando se trata de qualidade artística, conforto e sofisticação.



Galeria


O Teatro Maison de France é referência carioca quando se trata de qualidade artística, conforto e sofisticação.

Alugue o Teatro


O Teatro Maison de France é o lugar ideal para a realização de seus eventos - coquetéis, workshops, congressos, conferências e lançamentos de peças, filmes e livros etc..

Prêmio Nacional de Jornalismo





Colação de Grau da FGV





Seminário FIFA-FGV

Números do Teatro Maison de France

Alguns fatos interessantes sobre o Teatro

Atores


2453

Espetáculos Apresentados


146

Eventos Realizados


217

Mantenedor


Patrocínio


Clientes


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Contatos


Contatos e Localização

Avenida Presidente Antônio Carlos, 58.

*Próximo a Estação do VLT António Carlos.

(21) 2544-2533

tmf@teatromaisondefrance.com.br

Informações

Ter. - Sex. a partir das 13h30

Sab. - Dom. a partir das 13h30

Seg. 13h30(Informações) e Cinemaison

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